segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

AFP /AgênciaNo quart08/01/11 - 09h42 - Atualizado em 08/01/11 - 09h43

Defesa de médico de Michael Jackson sugere que ele pode ter se suicidado

Advogado de Conrad Murray disse que cantor pode ter injetado anestésico fatal nele próprio.

No quarto dia da audiência preliminar do caso da morte de Michael Jackson foi a vez da defesa do médico que atendeu o cantor, Conrad Murray, se manifestar. Na sexta-feira, 7, Michael Flanagan, advogado que representa Murray, questionou a legista Elissa Fleak, durante interrogatório, se o artista poderia ter tido acesso às seringas que estavam em sua cama quando seu médico particular se ausentou.

A imprensa Americana já havia levantado que esta deveria ser a principal linha de defesa de Murray.


Já a promotoria sustenta que Conrad Murray atuou indevidamente como médico de Michael Jackson, por ter administrado propofol no artista, o que causou a sua morte, e posteriormente tentar ocultar as provas antes de chamar os serviços de emergência.

Audiência vai até a próxima semana
Ainda durante a audiência da sexta-feira, 7, foi divulgado que as autoridades encontraram no quarto do cantor dois frascos vazios do anestésico propofol - um deles perto da mesa de cabeceira - e outros dez cheios guardados no armário.

A audiência preliminar do caso da morte de Michael Jackson, que faleceu em 25 de junho de 2009, começou na terça-feira e se prolongará até a próxima semana para que o juiz Michael Pastor, da Corte Superior de Los Angeles, determine se Murray será julgado por homicídio culposo. As informações são do site TMZ.

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